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6.11.08

Evento terá feira de sementes crioulas, artesanato e produtos da agricultura familiar
Brasília (6/11/2008) - Cerca de 900 agricultores e representantes de organizações da sociedade civil se reúnem no próximo dia 9 de novembro na Escola Família Agrícola (Comunidade de Tabocal) no município de São Francisco (MG) para o V Festival de Convivência com o Semi-Árido.
O evento promovido pela Cáritas Diocesana de Januária, Escola Família Agrícola e Articulação do Semi-Árido Mineiro (ASA-MG) servirá para discutir alternativas de sustentabilidade na região. Oficinas sobre a educação no campo, alternativas de convivência com o Semi-Árido, desenvolvimento sustentável, valorização do trabalho da mulher e economia popular solidária estão entre os temas do festival.
Durante o Festival, será realizada uma feira solidária de sementes crioulas, artesanatos, produtos da agricultura familiar e outros na linha da economia popular solidária. Clique para ler o texto completo »
4.11.08

Feira de sementes deverá reunir espécies crioulas
Brasília (4.11.08) - Cuiabá (MT) sediará este ano o V Encontro Estadual de Agroecologia e a Feira de Roças e Quintais. Os eventos vão de 11 a 14 de novembro no Centro de Eventos do Pantanal. Estarão reunidos agricultores familiares e populações tradicionais do Grupo de Intercâmbio em Agricultura Sustentável (GIAS).
O encontro promoverá debates sobre três temas: sementes tradicionais, comercialização e agroecologia na educação do campo. Os resultados das discussões contribuirão para a elaboração de uma proposta de política pública para cada tema a ser apresentada para o governo do Estado de Mato Grosso.
Leia aqui o Documento orientador dos debates .
Durante o período dos eventos, acontece também a VII Expo Brasil, promovida pelo Sebrae e Rede de Tecnologias Sociais (RITS).
Para mais informações: 65 8448 4083 / 3223 4615
27.10.08

(Foto: Lara Campedelli)
Brasília (27.10.08) Darlene, Ana Cláudia e Maria Júlia. Três mulheres descendentes de grupos quilombolas que há séculos vivem nas longínquas comunidades encravadas no Jalapão (TO) fizeram na semana passada sua primeira viagem de negócios a São Paulo. As três mulheres que vivem em contato direto com uma das mais exuberantes reservas de Cerrado do país levaram na bagagem uma lição de sustentabilidade para o consumidor da grande cidade.
Elas são designers e executam um trabalho de altíssimo valor agregado aos utensílios, objetos decorativos e acessórios feitos a partir da técnica ancestral de “tecer” o capim dourado. Tal conhecimento é uma herança dos índios Xerente ensinada desde os primórdios do século passado aos remanescentes quilombolas da comunidade da Mumbuca, que por sua vez ensinaram aos moradores das comunidades de Mateiros e do Prata em sucessivas gerações, além de outras comunidades. Hoje a arte de fazer objetos de capim dourado é um patrimônio cultural dos povos tradicionais da região. Clique para ler o texto completo »
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