ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

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19.07.18

A educação para a resistência no campo

Por assessoria de comunicação do ISPN

Criadas no final da década de 60, as Escolas Agrícolas nos ensinam que a educação

contextualizada é adubo para a luta e para a vida no campo.

“Nunca vira uma escola. Por isso não conseguia defender-se, botar as coisas nos seus lugares.” Em Vidas Secas, Graciliano Ramos retrata um Brasil no qual o urbano sequestra as narrativas do campo. O Sertão das Vidas Secas também é a zona rural de todo um país que prioriza as políticas voltadas ao âmbito urbano e subestima o potencial democrático do rural. Na realidade brasileira de negação de direitos, inclusive à educação, a seca não é um fenômeno da natureza, mas a junção de sintomas econômicos, políticos e sociais que expulsam personagens de suas terras em busca da (re)sobrevivência. Como o autor alagoano nos conta, a reorganização das trajetórias políticas no campo começa, antes de tudo, com o acesso à educação contextualizada, de alternância e qualidade para os filhos da zona rural brasileira.

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12.07.18

Manual de Aproveitamento Integral dos Produtos das Abelhas sem Ferrão – 2ª Edição

Lançamos a segunda edição do manual tecnológico sobre meliponicultura em versão ampliada. O “Manual de Aproveitamento Integral dos Produtos das Abelhas sem Ferrão”, além do mel, traz também informações sobre o manejo para a produção e beneficiamento da própolis, do pólen e do cerume. Com revisões e atualização em todas as suas seções, a publicação destaca a atualização da legislação, a inclusão de um passo a passo para regularização ambiental de meliponários e uma proposta de entreposto para beneficiamento dos produtos das abelhas nativas. Boa leitura e aprendizado!

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10.07.18

O dia em que o quilombo voltou a ser terra de todos

Por: Assessoria de Comunicação da Rede Cerrado 

Comunidade quilombola de Monte Alegre entra para a história de luta

dos povos e das comunidades tradicionais do Brasil

O barracão coberto de palha, erguido por moradores da própria comunidade, até aquele momento, não era espaço comum do quilombo. A vontade de ter um lugar para festas, tambores e partilhas, até aquele momento, não havia se concretizado. Foi só chegar a notícia de que o Seminário Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais ocorreria ali, naquele chão de terra batida, de poeira solta pelo sol, que… Pronto! Mãos, braços, pernas, ombros, em meio a algumas ferramentas, mobilizou aquele povoado que, em um esforço coletivo, em poucos dias, colocou aquele barracão de pé. Assim como em poucos minutos as faixas foram colocadas indicando qual era o caminho. A cozinha que era livre tinha brasa acesa noite e dia. Comida boa, de verdade e aos tantos. A casa estava pronta. Os povos que chegariam de todas as partes do Brasil já podiam, muitos com suas redes, se “achegar”.

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27.06.18

No Maranhão, juventude une proteção ambiental e incidência política

No Povoado de Vila União, no município de Buriticupu, a 408 quilômetros de São Luís (MA), o ISPN vem executando o “Projeto único” que tem como uma de suas linhas temáticas o lixo e a reciclagem. Durante o mês de junho, crianças, jovens, pais e funcionários da escola municipal Padre Anchieta, junto com membros do ISPN, se organizaram, identificaram o lixo produzido no povoado, avaliaram seus riscos e fizeram coletas para reciclagem. Por meio de oficinas, os materiais coletados foram transformados e simbolizam mais do que brinquedos ou ornamentações, mas um processo que garante o protagonismo ambiental e político da juventude na comunidade. “A oficina em Vila união foi pensada para ser construída com a escola local, pois ela é a principal ferramenta para mobilizarmos e envolvermos um grupo mais heterogêneo.” , comenta Silvia Teixeira, assessora técnica do ISPN.

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21.06.18

Legislação sanitária: quando a produção familiar será ouvida pelo Estado?

Apesar da importância socioeconômica para o Brasil, produção agrícola artesanal se depara com a lei nº 13.680 (14/06/18) que, mesmo dando possibilidade de comercialização a nível nacional, ainda não dá clareza sobre quem seriam seus beneficiários.

Responsável por grande parte dos alimentos consumidos no Brasil, como 70% do feijão e 34% do arroz, além de responder por 60% da produção de leite*, a agricultura familiar tem importante papel econômico relacionado ao mercado interno brasileiro. Além disso, a forma de produção garante a qualidade dos produtos. “Aqui, comemos o que plantamos, pois não usamos agrotóxicos. Comercializamos também para fora, assim, nossa comunidade também tem segurança alimentar”, comenta a jovem agricultora de Orizona (GO), Vanessa da Silva.
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18.06.18

Entrevista: “É preciso derrubar o mito de que o produto artesanal não é seguro”

Entrevista: Beatriz Evaristo

Fonte: Ascom/Consea 

Foto: Ascom/Consea

“A legislação sanitária brasileira para alimentos é uma enorme ‘colcha de retalhos’ que manteve a agricultura familiar e comunitária numa espécie de ‘limbo’, ou seja, tentaram marginalizar e também criminalizar determinadas cadeias produtivas artesanais, em benefício da indústria de alimentos ultraprocessados”.

A avaliação é de Rodrigo Noleto, da equipe técnica do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), que participará, na próxima quarta-feira (20), da plenária Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

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7.06.18

Salvem o Cerrado: propostas para conservação socioambiental do bioma serão entregues para candidatos à Presidência

Quebradeiras de Coco do Babaçu na Reserva Extrativista do Ciriaco.

O direito das populações tradicionais e da agricultura familiar, esquecido nos programas de governo, foi um dos eixos do Seminário e da carta política com estratégias para salvar o bioma.

“É o povo que trabalha para conservação ambiental, no nosso caso, do Cerrado, mas somos esquecidos, não existem políticas para nós.” A liderança indígena, Jonas Gavião, veio do Maranhão para o Seminário Estratégia Nacional para o Cerrado, realizado no Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, na Câmara dos Deputados. O evento, que foi aberto ao público, indicou rumos para pautar o Cerrado no próximo Governo Federal. Como desdobramento, no dia 6, em Brasília, representantes de organizações da sociedade civil e de povos e comunidades tradicionais se reuniram para pensarem coletivamente uma carta com recomendações políticas para o bioma.

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