ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

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12.09.18

Entrevista sobre o Cerrado com Isabel Figueiredo

No início do mês, a coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga do ISPN, Isabel Figueiredo, concedeu entrevista ao programa “A vez do Brasil”, da rádio alemã Lora. Figueiredo destaca a importância do Cerrado para o equilíbrio ambiental no Brasil e suas características, incluindo a diversidade de povos e comunidades tradicionais presentes no bioma. O documento Estratégias Políticas para o Cerrado também foi abordado marcando a importância da incidência política para termos um #CerradoVivo.

 

27.08.18

Regularização sanitária brasileira: o que você precisa saber?

Nosso coordenador de programas, Rodrigo Noleto, explica as recentes mudanças no processo de regulamentação sanitária para os produtos de origem animal no Brasil. Muitas dessas alterações interferem diretamente a produção artesanal. Confira no vídeo:

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9.08.18

“Ele vai ser plantado para que dele nasçam novos guerreiros”*

Por assessoria de comunicação do ISPN

A fala de Zenilda, viúva de Xicão Xukuru, reafirma a luta que segue viva dos povos originários,

todos os anos destacada em 9 de agosto: Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Xucurus, Xacriabás, Tabajaras, Pankararus, Krahôs e mais cerca de 300 etnias indígenas existem no Brasil, segundo o Censo 2010. Porém, esse número já foi maior. Desde 1500, muitos já se foram e os que seguem lutam pela sobrevivência, cultura, memória e pelo território. Em 1994, depois de forte pressão dos povos originários, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO instituiu o Dia Internacional dos Povos Indígenas para a proteção desses grupos. Quatro anos depois, cacique Xicão Xukuru, símbolo da luta nacional, foi assassinado em Pernambuco. O genocídio e a ameaça aos direitos dos povos são realidades e o 9 de agosto reafirma a urgência das mobilizações pela vida indígena, intrinsecamente ligada ao equilíbrio ambiental.

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26.07.18

Educação para resistência no campo

Por assessoria de comunicação do ISPN

Criadas no final da década de 60, as Escolas Agrícolas nos ensinam que a educação

contextualizada é adubo para a luta e para a vida no campo.

“Nunca vira uma escola. Por isso não conseguia defender-se, botar as coisas nos seus lugares.” Em Vidas Secas, Graciliano Ramos retrata um Brasil no qual o urbano sequestra as narrativas do campo. O Sertão das Vidas Secas também é a zona rural de todo um país que prioriza as políticas voltadas ao âmbito urbano e subestima o potencial democrático do rural. Na realidade brasileira de negação de direitos, inclusive à educação, a seca não é um fenômeno da natureza, mas a junção de sintomas econômicos, políticos e sociais que expulsam personagens de suas terras em busca da (re)sobrevivência. Como o autor alagoano nos conta, a reorganização das trajetórias políticas no campo começa, antes de tudo, com o acesso à educação contextualizada, de alternância e qualidade para os filhos da zona rural brasileira.

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29.05.18

28.05.18

Projeto de lei impacta a produção artesanal de origem animal

Comentários sobre o PLC n. 16 de 2018, aprovado pelo PARECER nº 99 de 2018, do Plenário do Senado Federal (PLEN/SF)

Rodrigo Noleto¹ e Rosângela Cintrão²

O Projeto de Lei da Câmara (PLC n. 16 de 2018), que trata da regulamentação de produtos alimentícios, artesanais e de origem animal, foi aprovado no Senado Federal no último dia 23 de maio de 2018. Apesar de ainda não ter sido sancionado pela presidência, o PLC 16 busca alterar a Lei 1.283 de 1950 que estabeleceu, naquela época, a obrigatoriedade de prévia fiscalização de todos os produtos de origem animal.

A Lei de 1950 foi o artifício da época para o estabelecimento de normas rígidas para a “nascente” agroindustrialização brasileira, também voltada à industria de alimentos para exportação. Com isso, o setor de alimentos brasileiro foi dividido em dois, onde apenas aqueles capazes de atender às exigências da “lei” se tornaram visíveis aos órgãos reguladores. Os demais empreendimentos, ou seja, grande parte de um setor baseado em relações de confiança entre produtor e consumidor, cuja escala e utilização de técnicas tradicionais de produção e beneficiamento, diminuíam os riscos associados à saúde, se tornaram invisíveis ao sistema.

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17.05.18

ISPN apresenta experiência comunitária a servidores do INCRA em debate sobre Programa de Regularização Ambiental

Na tarde do último dia 16, a assessora técnica do ISPN, Juliana Napolitano, apresentou o trabalho e os resultados da organização com os projetos do PPP-ECOS no Cerrado para serem debatidos entre servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de 18 estados do Brasil. A reunião desse Grupo de Trabalho (GT), promovida pelo próprio INCRA, buscou a troca de experiências para subsidiar e orientar a construção do Programa de Regularização Ambiental (PRA) em assentamentos da reforma agrária.

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