ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

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19.02.19

ISPN lança o 25º edital PPP-ECOS/Fundo Amazônia

Iniciando 2019, o ISPN lançou o 25° edital do PPP-ECOS com recursos do Fundo Amazônia/BNDES – totalizando R$ 4.300.000 (quatro milhões e trezentos mil reais) – para apoiar projetos que contribuem com a conservação do bioma por meio do uso sustentável da biodiversidade e com o fortalecimento das comunidades rurais.  Esse é o 5° edital do Programa com recursos exclusivos do Fundo Amazônia, e visa apoiar projetos de organizações de base comunitária e organizações não-governamentais na Amazônia Legal, sendo elegíveis apenas aqueles que estiverem situados nos estados do Maranhão, Mato Grosso e Tocantins (verificar lista de municípios em anexo no edital).

 

Os recursos previstos para o presente edital somam R$ 4.300.000

(quatro milhões e trezentos mil reais).

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18.12.18

A burocracia que azeda nossa alimentação

Agricultores e organizações se unem para, junto ao governo, desburocratizar a regularização sanitária de alimentos da agricultura familiar e garantir o direito de escolha para a população.

Queijos artesanais da agricultura familiar

Nunca foi fácil o acesso democratizado ao mercado de produtos vindos da agricultura familiar. Além das exigências para que se enquadrem a um padrão que desconsidera suas formas peculiares de produção, o processo de regularização sanitária é complexo e com informações pouco difundidas. “O olhar da fiscalização, muitas vezes, é voltado apenas a estrutura dos estabelecimentos, em detrimento da qualidade do alimento produzido, o que prejudica produtores familiares que primam a qualidade, por trabalharem sem insumos químicos e com pequena escala de produção, o que diminui o risco de contaminação dos alimentos”, comenta Rodrigo Noleto, do ISPN, que vem acompanhando de perto essa questão.

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14.12.18

Grupos de mulheres protagonizam beneficiamento do babaçu no Maranhão

O papel da mulher na agricultura familiar fica cada vez mais visível. São elas que protagonizam o desenvolvimento ao redor de casa, promovendo a segurança alimentar, garantindo novas fontes de geração de renda e oportunizando a experimentação de diferentes atividades produtivas.  Falar desse protagonismo é tratar de empoderamento, de trabalho coletivo e dos laços afetivos que unem umas às outras em suas comunidades.

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13.12.18

1º Encontro Nacional das Juventudes do Cerrado

Fonte: Coletivo de Comunicação do Cerrado

Mais de cem jovens, vindos de todos os estados do bioma Cerrado, participam do 1º Encontro Nacional das Juventudes do Cerrado, que acontece entre os dias 14 e 16 de dezembro, em Hidrolândia (GO). O encontro é uma realização da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado e tem como objetivo articular e valorizar os saberes dessas juventudes.

Juventude Guarani Kaiowá, da Teia dos Povos e Comunidades Tradicionais, Quebradeira de Coco, Sem Terra, Atingida por Barragens, Acampada, Assentada, Quilombola. Do Campo e da Cidade. Juventudes no plural porque essas jovens e esses jovens representam toda a diversidade e riqueza cultural presente no Cerrado. Os sonhos, as lutas e os desafios que enfrentam também são plurais.

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12.12.18

Desmatamento no Cerrado cai, mas ainda preocupa

Por assessoria de comunicação da Rede Cerrado 

Foto: Bento Viana/Acervo ISPN

Dados do PRODES Cerrado mostram que a taxa de desmatamento no Bioma teve redução de 11%, no entanto é equivalente a cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro

O Cerrado perdeu 6.657 km² de área nativa no período de agosto de 2017 a julho de 2018, de acordo com os resultados do PRODES Cerrado. Os dados, que mostram uma redução de 11% no desmatamento do Bioma em relação ao mesmo período do ano anterior, foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Ministério da Ciência, Tecnologia, Informação e Comunicações (MCTIC) nessa terça-feira (11).

No entanto, a área desmatada equivale a cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro.

Segundo o WWF-Brasil, entidade associada à Rede Cerrado, “apesar do resultado positivo, é fundamental garantir o monitoramento, a fiscalização do desmatamento ilegal e ampliar políticas públicas e privadas para alcançar redução e controle do desmatamento de maneira contínua. No avanço dessa agenda, é essencial que o governo incorpore na divulgação dos dados a proporção do quanto desse desmatamento é legal ou ilegal”.

Ocorrência de desmatamento nos estados que compõem o bioma Cerrado:

Confira a matéria completa do WWF aqui. 

3.12.18

Mel de abelhas nativas e a importância da produção artesanal

Sabe aquele mel de abelhas nativas rico em nutrientes, mas que nem sempre é encontrado pelo público nas prateleiras? Pois é, democratizar o acesso ao mercado desses e de outros produtos artesanais vem sendo um dos focos de trabalho do ISPN, por isso, na última quinta (29/11) a organização realizou a oficina “Normas Sanitárias aplicadas à Lei de Produtos Artesanais para alimentos de Origem Animal”, em Brasília. Nela, agricultores familiares, como o meliponicultor Antonio Ilson, combinaram estratégias para dialogar com o poder público e desburocratizar os processos para regulamentar a venda de produtos artesanais. Como Ilson nos conta, os saberes passados de geração em geração enriquecem essa produção feita em diálogo e respeito com a biodiversidade. E são esses alimentos que merecem estar em nossas mesas. “Eu tenho orgulho de ser meliponicutor, uma vez que a gente sabe da importância das abelhas nativas não só para a produção de alimento, mas também para a manutenção da flora nativa”.

Guia de Elaboração de Projetos de Agroindústrias Comunitárias – 2ª Edição

Regularização sanitária brasileira: o que você precisa saber?

28.11.18

Maranhão: ISPN participa de simpósio sobre educação do campo e Agroecologia

Por muitos anos o campo foi relegado à dicotomia com o urbano e às políticas públicas.  Para além de uma produção agropastoril, nunca foi tão evidente sentir e perceber o meio rural como espaço onde a vida pulsa, um território das possibilidades, da diversidade e das múltiplas culturas.  A construção dessa perspectiva é fruto da educação popular, da interação com a academia e, sobretudo, do trabalho das organizações sociais. É nesse movimento que se consolida a Agroecologia – mais do que uma ciência é uma maneira de viver e estar no mundo, com sustentabilidade, equidade social e respeitando a natureza, as relações de gênero e a diversidade. Surge como uma forma de resistência e posição política frente ao mundo.

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