ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

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16.11.17

Encerraram-se as atividades do V Módulo do Curso de Gestores Indígenas de Projetos

Encerraram-se no dia 10 de novembro as atividades do V Módulo do Curso de Gestores Indígenas de Projetos, que tiveram início no dia 01 de novembro.

A programação contou com atividades de orientação para os trabalhos de conclusão do curso e um Seminário Integrador que debateu os seguintes temas: “Grandes empreendimentos e os desafios da sustentabilidade nas Terras Indígenas”; “Experiências de formação para indígenas”; “Políticas públicas do governo do estado do Maranhão para povos indígenas”; “Papel do movimento indígena frente aos desafios da conjuntura atual”; e “PNGATI – Panoramas da gestão ambiental e territorial indígenas na atualidade.”

O Módulo contou com a contribuição de palestrantes indígenas e não indígenas e teve seu início com palestra inaugural do antropólogo José Augusto Laranjeiras Sampaio, da Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí) e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

No âmbito do evento também realizamos a exposição fotográfica “Um olhar para a diversidade…”, do fotógrafo Robeto Kzau, que retrata aspectos  do cotidiano e rituais do povo indígena Guajajara e de comunidades tradicionais da Amazônia Maranhense: quilombolas, ribeirinhas e  quebradeiras de coco babaçu. O evento foi realizado em São Luís, na Universidade Federal do Maranhão e fez parte das atividades previstas no Componente Indígena do Plano Básico Ambiental da Ferrovia Carajás.

7.11.17

ISPN lança cartilha “Pequenos Projetos Ecossociais de Quebradeiras de Coco Babaçu: reflexões e aprendizados”

Saiu do forno a nova cartilha do ISPN: “Pequenos Projetos Ecossociais de Quebradeiras de Coco Babaçu: reflexões e aprendizados”.

Falar sobre as quebradeiras de coco babaçu e seus meios de vida envolve mostrar uma realidade complexa, repleta de dificuldades, mas também com muita poesia, lutas e conquistas.

Ao longo da história do PPP-ECOS foram apoiados aproximadamente 40 projetos que envolvem as quebradeiras de coco babaçu. No acompanhamento da execução dos projetos, os técnicos que trabalham no ISPN dialogam e aprendem muito com as comunidades sobre os babaçuais, as quebradeiras de coco babaçu e suas organizações, os principais desafios que enfrentam e as potencialidades de sua ação, tanto no nível econômico quanto no social, político e ambiental.

Assim, a partir da experiência do ISPN e de seus parceiros no apoio a projetos ecossociais, orientados a superar obstáculos encontrados na produção, beneficiamento e comercialização do babaçu, buscamos reunir e organizar nossas percepções e aprendizados. Esse rico aprendizado é a principal fonte na qual esta publicação se inspira.

Clique aqui para baixar a publicação completa (pdf, 33 mb)

25.10.17

V Módulo do Curso de Formação de Gestores Indígenas de Projetos

O Curso de Formação de Gestores Indígenas de Projetos faz parte do Subprograma Fortalecimento Institucional que compõe o Plano Básico Ambiental/EFC/Vale do componente indígena Awa e Guajajara das terras indígenas Caru e Rio Pindaré – PBACI.

Utilizando-se da pedagogia da alternância, o curso tem como objetivo principal possibilitar os aportes teóricos e práticos adequados para a formação de gestores de projetos contribuindo para a melhoria das condições de vida e o fortalecimento político e cultural das sociedades indígenas. Seu quinto e último módulo implica na realização de um seminário integrador com a participação de gestores públicos, assessores indigenistas, lideranças políticas e professores universitários, num diálogo intenso com os cursistas.

A abertura será no dia 06 de novembro às 9:00 horas, no hotel Brisamar. Ponta da Areia – São Luís

Clique para ter acesso ao convite e a programação completa.

18.10.17

ISPN divulga lista de projetos aprovados no 24º edital do PPP-ECOS

Com satisfação o ISPN divulga a lista dos 11 projetos selecionados no 24º edital do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais – PPP-ECOS.

O 24º Edital teve como objetivo complementar projetos apoiados nos editais 17º (2013), 19º (2014) e 22º (2015), oferecendo dotação adicional de recursos para consolidação das iniciativas. No total foram recebidas 33 propostas, das quais o Comitê Gestor do Programa decidiu por contemplar 11 entidades, conforme a lista a seguir:

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6.10.17

Nota de repúdio da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB

NOTA DE REPÚDIO

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) repudia veementemente a truculenta decisão da Frente Parlamentar Agropecuária – bancada ruralista – de realizar, no dia 10 de outubro próximo, no âmbito da Comissão de Agricultura, Abastecimento e Pecuária da Câmara dos Deputados, uma audiência pública para supostamente “debater a produção agrícola indígena”.

Leia na íntegra a Nota de Repúdio da APIB

5.10.17

Comunidades Tradicionais de Fecho de Pasto e seu modo próprio de convivência com o Cerrado: história, direitos e desafios

No mês de setembro foi lançada a cartilha “Comunidades Tradicionais de Fecho de Pasto e seu modo próprio de convivência com o Cerrado: história, direitos e desafios”, produzida pela Associação dos Pequenos Criadores do Fecho de Pasto de Clemente, de Correntina-BA.

A cartilha foi construída por várias mãos e tem o objetivo de registrar o modo de vida das Comunidades de Fechos de Pastos, dar visibilidade e subsidiar reflexões e debates nas comunidades e grupos. É voltada para as comunidades tradicionais de Fundos e Fechos de Pastos, bem como suas Associações representativas e demais organizações envolvidas com os temas de proteção territorial e sociobiodiversidade.

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18.09.17

Manifesto cobra das empresas das cadeias de carne e soja uma medida imediata em defesa do Cerrado

Diversas organizações da sociedade civil, dentre elas o ISPN, assinaram o Manifesto que pede medidas imediatas para a proteção do Cerrado. O bioma, que hoje é o mais ameaçado do Brasil, está sendo desmatado rapidamente, principalmente em função das grandes cadeias de commodities, que muitas vezes avançam sobre áreas nativas do bioma, deixando para trás milhares de hectares de áreas degradadas.

O Manifesto pede que não sejam abertas novas áreas de desmatamento e que as áreas remanescentes sejam destinadas para conservação e uso sustentável da biodiversidade.

“O Brasil destruiu 18.962 km2 de Cerrado no biênio 2013 – 2015. A cada dois meses, nesse período, perdemos no bioma o equivalente à área da cidade de São Paulo. Já são mais de 10 anos com o desmatamento no Cerrado superando as taxas da Amazônia. Esse ritmo de destruição torna o Cerrado um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Conhecida como o berço das águas do Brasil, a savana mais biodiversa do planeta já perdeu 50% de sua área original.”

Leia aqui a íntegra do Manifesto

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