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ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza

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4.12.17

Estudo de impacto de carbono – PPP-ECOS na Amazônia

Em 2017 o ISPN contratou uma consultoria para levantar o impacto de carbono de 28 projetos apoiados na Amazônia com ações de restauração florestal e uso sustentável (carteira PPP-ECOS/Fundo Amazônia/BNDES). Este estudo explorou tese de que os resultados obtidos no âmbito do PPP–ECOS extrapolam os ganhos em termos de qualidade de vida para as famílias envolvidas e de conservação dos recursos naturais em escala local, promovendo benefícios diretos no combate às mudanças climáticas.

A metodologia desenvolvida se propõe a quantificar benefícios em termos de emissões evitadas e de remoção de dióxido de carbono da atmosfera associadas às atividades executadas pelos projetos. A estimativa é de que os 28 projetos avaliados tenham contribuído com remoção de 453.775 toneladas de CO2 por ano, considerando tanto projetos de manejo sustentável e conservação da vegetação nativa, quanto projetos voltados para restauração ecológica.

Informações adicionais e a metodologia completa estão disponíveis no PDF:

Clique aqui para ver a publicação completa

14.07.17

Nota Pública contra o ataque aos direitos

Um conjunto formado por 35 organizações, entre elas o ISPN, assinou uma Nota Pública onde repudia o processo de militarização e enfraquecimento da Funai, assim como os contínuos ataques aos direitos indígenas e quilombolas que estão sendo alçados na atual conjuntura.
Veja abaixo a íntegra da Nota Pública:

 

Nota Pública: De volta ao integracionismo?

Nos últimos anos a sociedade tem assistido a uma acelerada escalada de violência contra os povos indígenas no Brasil, diretamente relacionada a uma série de iniciativas no âmbito dos poderes legislativo, executivo e judiciário que visam à desconstrução dos direitos assegurados na Constituição Federal de 1988. Trata-se, sem dúvida, do contexto mais adverso enfrentado por estes povos desde o processo de redemocratização do país e a consagração do direito originário dos povos indígenas sobre seus territórios, bem como à sua organização social, costumes, línguas e tradições – gravemente ameaçados nos dias de hoje.

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3.07.17

ISPN lança revista Wiráhu

O ISPN lançou no último mês de junho a revista Wiráhu, resultado do primeiro módulo do Curso de Formação de Gestores Indígenas de Projetos. A revista, que apresenta em linhas gerais a “Realidade Indígena Brasileira”,  contou com a participação dos próprios cursistas, que também são responsáveis pelos desenhos que ilustram a publicação.

O lançamento foi realizado no IFMA de Zé Doca, durante a reunião do Grupo de Trabalho que acompanha a execução do Termo de Cooperação e Compromisso Vale/FUNAI/INDÍGENAS. Um segundo lançamento está programado para o mês de agosto na UEMA, campus de Santa Inês.

O Curso de Formação de Gestores Indígenas de Projetos é um dos objetivos do Plano Básico Ambiental, componente Indígena – PBACI, no âmbito do Subprograma Fortalecimento Institucional, executado pelo ISPN.  O PBACI é parte integrante do processo de licenciamento ambiental referente ao empreendimento Estrada de Ferro Carajás- EFC/Vale do componente indígena e diz respeito aos povos Awa e Guajajara das terras indígenas Caru e Rio Pindaré.

Clique aqui para fazer o download da publicação

6.04.16

A Produção brasileira de alimentos e as dificuldades enfrentadas para sua regularização sanitária

mulheres processando pequi

Foto: Bento Viana/Acervo ISPN

Nos últimos anos, quem tem acompanhado o desenvolvimento da agricultura familiar no Brasil, percebe a crescente corrente do movimento agroecológico brasileiro. Esta nova abordagem da agricultura, que busca integrar os diversos aspectos sociais, econômicos e ambientais na unidade de produção familiar, enfrenta entraves regulatórios que desconsideram o papel da agroecologia na economia e na qualidade de vida das famílias envolvidas. A legislação brasileira de produção de alimentos, por exemplo, não é apenas ultrapassada para atender as demandas desse setor, é inadequada, excludente e moralmente injusta com segmentos sociais que estão à margem do apoio do estado.

O marco legal da produção de alimentos é definido por uma série de leis, decretos e normas que compõem o sistema sanitário brasileiro. Este, estabelece as regras para o processamento e consumo de alimentos seguros, quer dizer, tem o papel de determinar o que é seguro para ser consumido por uma parcela significativa da população. Porém, o que vem determinando o padrão de segurança do alimento, é a esterilização e homogeneização nos processos de produção e transformação alimentar. De fato, é uma completa inversão de valores sociais e culturais, pois privilegia uma indústria rica e globalizada, em detrimento da ampla diversidade alimentar e do patrimônio histórico e cultural brasileiro. Leia mais . Read more »

29.10.15

ISPN Apoia Manifesto para Embargo/Boicote aos Produtos do Agronegócio de Mato Grosso do Sul

Porque pedimos o embargo/boicote aos produtos do agronegócio de Mato Grosso do Sul.

 

– Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do Brasil, cerca de 77 mil pessoas, e é palco das maiores e mais graves violações de Direitos Humanos do Brasil e do mundo: casos de tortura, estupros, espancamentos, ataques armados e  assassinatos, praticados por milícias de jagunços e organizações paramilitares, contratadas por fazendeiros, além dos altos índices de desnutrição e suicídios.   Está em curso um verdadeiro genocídio*, especialmente do povo Guarani-Kaiowá.

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20.11.14

Revista Policy in Focus faz análise sobre o desenvolvimento humano sem desmatamento

CERRADO

A mais recente edição da revista Policy in Focus, intitulada Desenvolvimento sem Desmatamento, traz uma série de artigos que buscam discutir a promoção do desenvolvimento humano preservando, simultaneamente, as florestas do Sul Global. A revista é editada pelo IPC-IG (International Policy Centre for Inclusive Growth), um fórum global de diálogo Sul-Sul conduzido por uma parceria entre o PNUD e o governo brasileiro.

A edição atual da revista explora o trabalho do PNUD e GEF, onde se enquadra o Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), coordenado pelo ISPN. Donald Sawyer, assessor sênior do Instituto, publicou um artigo entitulado “Comercialização de Produtos Agroextrativistas: Problemas e Soluções”, onde traz análises e recomendações baseados na experiência de 20 anos do PPP-ECOS com o financiamento de pequenos projetos nos biomas Cerrado e Caatinga.

Para acessar a íntegra da revista, clique nos links: portuguêsinglês.

8.07.14

Produtos Sustentáveis da Biodiversidade Brasileira: gestão, mercados e políticas públicas

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O seminário foi promovido pelo Centro de Gestão da Informação e do Conhecimento para um Futuro Sustentável (A Casa Verde) em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) e Amigos da Terra – Amazônia Brasileira. Teve apoio do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS), do PNUD e da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O PPP-ECOS recebe apoio do Fundo para o Meio Ambiente Mundial (GEF), por meio do PNUD, e da Comissão Européia. Uma vez que a gravação do seminário foi roubada da empresa responsável, este documento foi elaborado a partir das anotações de Divani Ferreira de Souza, com revisão de Luis Carrazza e Heliane Carvalho. Os pontos de vista aqui registrados não representam necessariamente aqueles das fontes de apoio financeiro ou institucional.

Previamente à realização do seminário, foi elaborado um documento para discussão, denominado Plano de Ação do Extrativismo (PLANEX). Seguindo o formato da Agenda 21, o plano divide-se em base de ação, objetivos e ações. Espera-se que a proposta que consta do capítulo 5 deste relatório seja oportunamente reformulada levando em conta discussões em eventos e contribuições pontuais, individuais e/ou coletivas, apresentadas ao ISPN, responsável pelas atualizações do documento. Nota-se que a proposta restringe-se à produção agroextrativista familiar ou comunitária em pequena escala.

Participaram do evento cerca de 60 pessoas, entre membros de comunidades, produtores, técnicos, governos e demais organizações que trabalham com produtos sustentáveis da biodiversidade brasileira em diversos estados do Brasil, principalmente representantes de entidades dos biomas Cerrado e Caatinga, que recebem apoio do GEF por intermédio do PNUD. A geração de conhecimento por meio de prática com comunidades rurais e de processos participativos, que é possibilitada pelo crescimento e amadurecimento de organizações não governamentais e de base comunitária, constitui ou contribui para novas metodologias de pesquisa dentro e fora da academia.

Para ler o artigo na sua íntegra, acesse o pdf.

 

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